São Paulo das artes

São Paulo das artes

Avenida Paulista

Por Clarissa Bravo

Reencontrar São Paulo com o objetivo de visitar uma bienal de artes foi um misto de sensações maravilhosas. Eu, Clarissa, tive o privilégio de fazer coisas muito interessantes na vida, como frequentar a Escola de Artes Visuais do Parque Lage durante 4 anos. Ver a vida através da arte, da leitura e das experiências dos colegas mais velhos, diversos, diferentes, criativos foi o ápice para uma criança de 9 anos!

A minha viagem a esse mundo paralelo das artes, sem dúvida, foi graças à visão global do meu pai, um homem fantástico que relacionava os conhecimentos tradicionais às vivências que o ser humano passa durante a sua estadia nesse planeta. Ele sempre dizia: educação é para a vida!

31 ª Bienal de Artes de São Paulo

Parque do Ibirapuera

O tema da 31ª Bienal de Artes de São Paulo foi: como escrever sobre coisas que não existem? Na verdade tudo pode existir, apenas dependendo de quem vê, cria ou imagina as diversas situações da vida. Sentir é único. E eu senti uma enorme alegria em estar em Sampa com a minha amiga e companheira de viagem Clarice. Fomos à bons restaurantes, fizemos uma nova amiga, passeamos, fizemos compras, vivemos!

31 ª Bienal de Artes de São Paulo

A maior cidade do Brasil é iluminada, cheia de listras e concreto por todos os lados. Mas estou falando de um concreto de qualidade (risos). São Paulo não pode ser ‘somente’ a capital financeira do país. É, sem sombra de dúvidas, a capital cultural, a matriz. E isso que é o bom da viagem. É saber extrair tudo o que pudermos das novas experiências, do novo olhar (mais apurado).

31 ª Bienal de Artes de São Paulo